16 de jan. de 2012

Eu, o cigarro e Deus.


Não foi nenhuma campanha do Ministério da Saúde, não foi nenhuma daquelas imagens no maço de cigarro, não foi nenhuma lei proibindo fumar em locais fechados, não foi nenhuma pressão familiar, não foi nenhum conselho de amigo, não foi nenhuma reclamação de uma boca beijada, muito menos foi a campanha do Drauzio Varela no Fantástico.

Algum tipo de tratamento? Adesivo? Goma de mascar? Comprimido? Absolutamente, nada.

E melhor: sem fissura, sem sofrimento, sem insônia, sem nervosismo, sem falta de concentração, sem crise de abstinência.

Estou escrevendo isso porque hoje eu me lembrei que fui fumante durante 16 anos. Nunca fumei menos de 1 maço de cigarro por dia. Eram 2 maços nos últimos 6 anos.

Me lembrei que fui fumante e me dei conta de que perdi a conta dos dias que estou sem fumar.

Bem...foi em Novembro do ano passado. Eu quis parar e consciente do quanto poderia ser difícil fiz um pedido: "Deus, me ajuda, por favor!"

É como se nunca tivesse fumado!

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