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4 de jan. de 2012

O ex-cartola trapalhão, o cartola fanfarrão, o jogador cabeça de bagre e a picadura no Ronaldo.

Que o Luiz Gonzaga Belluzzo foi o pior cartola do futebol brasileiro nos últimos 352 anos eu já sabia. Mas mesmo depois de ter deixado o Palmeiras livre de sua decisões, ele continua fazendo muito mau ao clube. Em meio ao endividamernto astronômico que o teórico de Economia promoveu no clube, descobriu-se mais uma belluzzada.Quando o Palmeiras contratou o Kléber, do Cruzeiro, Belluzzo acertou uma comissãozinha com o empresário do jogador: R$ 15.000,00 por mês até 2015. Eu nunca tive dúvidas que o Luxemburgo seria muito melhor administrador de padarias do que o "vamos matar os bambis".

O presidente em exercício do Corinthians, Roberto de Andrade, mostrou-se um grande fanfarrão ao comentar a exigência do Cruzeiro de 15 milhões de euros por Montillo. Ontem, durante participação no Arena Sportv, o cara soltou essa: "Jogador vale aquilo que o outro clube se propõe a pagar. Se um clube se dispõe a pagar 8 milhões de euros, é isso que ele vale". Precisa explicar?

O atacante Walter, ex-Internacional, que estava no Porto se apresentou hoje ao Cruzeiro. A respeito do jogador, pedi uma opinião ao colorado Gerson Sicca: "O Walter é um boa atacante. O problema dele é a cabeça de bagre; o bicho é meio depressivo, eu acho. Tá sempre com algum problema fora de campo, saudade de casa, etc, etc. Tomara que dê certo no Cruzeiro. Abraço!".

Ronaldo está com dengue. O Aedes Aegypti é mais democrático e menos preconceituoso que muito político com discurso liberal que tem por aí. O assunto "dengue" merece toda seriedade possível mas é impossível evitar aquela risadinha maldosa ao saber que o gordo tomou outra picadura.

1 de dez. de 2011

Ronaldo blinda Ricardo Teixeira por amor ao povo. Que nojo!

Eu sei que faz parte do jogo mas não precisava ser tão hipócrita, tão mesquinho, tão nojento.

Que o Ronaldo abrace o Ricardo Teixeira, o Fernandinho Beira-Mar, o Nem, o José Dirceu ou um monte de travestis em nome de qualquer interesse, pouco me atinge. Fundamentalmente porque eu não sou um desses carentes que se apegam à imagem de “ídolos” como referência da minha personalidade.  Muito menos à imagem do Ronaldo que, além do que fez em campo, nunca disse ou fez alguma coisa que me servisse como inspiração, exemplo, espelho.

Portanto, que faça o que quiser com quem quiser e que influencie quem careça de sua influência.

Que a FIFA, os governos federal, estaduais e municipais, as empreiteiras e grande parte da imprensa fiquem excitados com a presença do Ronaldo no COL – Cômite Organizador Local da Copa de 2014 – e tire bastante dos “holofotes negativos” do Ricardo Teixeira, deveria ser problema só deles.

Mas o que a gente faz quando tem crise de nojo ouvindo um “ídolo do povo”, abusando da inteligência e do senso crítico do…povo? Enfia o dedo na garganta ou toma água com limão?

“Não tenho nada a ganhar – podia jogar tudo que conquistei pela janela. Não tenho nada a ganhar mas resolvi pensar no povo”.

“Eu quero fazer isso pelo povo”.

“Minha idéia é de aproximar, fazer com que o povo brasileiro tenha orgulho”.
“O povo tem que sentir orgulho dessa Copa”.

“Essa Copa no Brasil é um grande orgulho para a gente. Essa Copa não é da Fifa, do Comitê Organizador, da CBF ou do governo. A Copa é do povo.”

Ok! Eu compreendo que a Copa do Mundo de 2014 está carente de bons vendedores, boa propaganda, boas imagens… e não adianta entrar no côro dos “do contra” e só dar enfâse ao “lado” negativo porque isso só tornará tudo ainda pior do que está.

Não adianta mais lamentar; a Copa do Mundo vai acontecer e é melhor explorar, estimular, enfatizar os fatores positivos a fim de que a maioria das pessoas estampem um sorriso no rosto e consumam o produto. Isso fará bem ou, pelo menos, menos mal,  psicologicamente e financeiramente ao país. E eu sei que no Brasil ainda não inventaram método mais eficiente de criar um bom clima do que usar um “ídolo do povo” para dizer que “a Copa é do povo e para o povo”.

Se eu sinto nojo deve ser por algum problema psíquico ou estomacal ou gastrointestinal. Devo procurar ajuda?