Mostrando postagens com marcador Atlético-MG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atlético-MG. Mostrar todas as postagens

5 de jun. de 2012

Ronaldinho Gaúcho, Atlétco-MG e outras miudezas.


Alguns jogadores são maiores que os clubes pelos quais atuam. 

Ronaldinho Gaúcho e Atlético-MG será mais um caso dessa...digamos...ordem de grandeza.

Miudezas a parte...estou com mal pressentimento. 

Uma hora o Atlético-MG deixa de ser só piada.

Será que agora vai?

3 de fev. de 2012

"A nível de" Vanderlei Luxemburgo.

O metido a disciplinador Vanderlei Luxemburgo perdeu a queda de braço com os baladeiros do Flamengo. Acabou não contando com o apoio da presidenta Patrícia Amorim que, realmente, não tinha moral nenhuma pra cobrar postura mais responsável de jogadores que não recebem salários e/ou direitos de imagem.

O interrompimento de mais um proxeto na carreira do Luxa, mais uma vez, deixou eufórica a thurminha da imprensa esportiva que se dói com o Juca Kfouri, que não vai à estádio de futebol mas costuma se encontrar com o treinador em tribunais.
---
Se até ontem Luxa colecionava desafetos entre jornalistas, cartolas, jogadores de futebol e de baralho, a partir de hoje ele será muito malquisto entre os guardiões da língua portuguesa.

Hoje, durante entrevista coletiva para dar suas versões sobre os ocorridos no Flamengo, Luxemburgo usou e abusou  do termo "a nível de". E se tem um termo que deixa os guardiões da língua portuguesa arrepiados é o tal "a nível de".

Desde 2004 sem conquistar um grande título, Luxa está cada vez mais desmoralizado. Desses últimos 7 anos, só não podem acusá-lo de duas coisas: de ser responsável pelo péssimo Campeonato Brasileiro do Atlético-MG em 2010, já que lá não tem treinador, nem jogador que dê jeito e de ser pior administrador de padarias que o pior cartola da história do futebol brasileiro, o teórico, Luiz Gonzaga Belluzzo.

30 de jan. de 2012

Toca a bola de Segunda, pô!

Os jogos começam no final de semana e continuam durante as segundas-feiras no ônibus, no táxi, no escritório, na refeitório, na sala de aula, nos programas esportivos e aqui no Bleu and Blue é Azul.

Lambendo as feridas. Ainda machucada com a goleada de 6 x 1 sofrida para o Cruzeiro no último jogo de 2011, a torcida do Atlético-MG vaiou o time antes de começar o primeiro jogo de 2012. E durante o jogo, também.

Montillo no Corinthians? Não é só conversa fiada pra vender jornal. Depois dos dois jogos amistosos do Cruzeiro, contra América e Mamoré, Montillo já não se apega só ao fator financeiro pra decidir seu futuro. Ele está, realmente, apavorado com a ruindade do time que vai ter que carregar nas costas, caso continue no Cruzeiro.

Corinthians ajudado pela arbitragem. O último campeão brasileiro derrotou o pobre Linense por 1 x 0 graças a um gol absurdamente anulado pelo soprador de latinha, Marcelo Rogério. Mas ontem foi por uma boa causa. No intervalo do jogo, uma apaixonada pediu o namorado em casamento pelo alto-falante do Pacaembu. A paixão dos dois, o Timão, não podia deixar de vencer ontem. Tomara que pedidos de casamento em jogos do Corinthians não vire moda!

Kaká com a fé inabalável. Na vitória de 3 x 1 do Real Madri sobre o Zaragoza neste domingo, Kaká foi titular pela segunda vez consecutiva, marcou o primeiro gol e deu o passe para o terceiro. O brasileiro que nunca disfarçou que se dar bem, fazer história no Real Madri é seu grande sonho na carreira, desde os tempos de juvenil, saiu de campo mais autoconfiante do que nunca nesses 2 anos e meio que está no clube. Será que chegou a hora de contar a benção?

7 de dez. de 2011

Sem sorrir Alexandre Kalil é o melhor palhaço do circo.


É, realmente, fascinante o bom humor, a “presença de espírito” e a coragem do presidente atleticano Alexandre Kalil. Só mesmo alguém com essas qualidades poderia voltar todas as câmeras, todos os microfones e todos os ouvidos pra ele depois da constrangedora cacetada que o Cruzeiro deu no Atlético no último domingo. 

Tudo bem, não é a primeira vez que ele vira o personagem do dia, da semana, da quinzena pelo monte de gracinhas que diz. Mas depois de domingo, ele precisava se superar. E se superou.
 
Dessa vez, não adiantava só polemizar como uma “celebridade” em busca de holofotes. Dessa vez, as coisas eram muito mais sérias que foram, por exemplo, quando o Atlético tomou de 6 para o Corinthians e ele disse que “o time borrou” ou quando o Atlético tomou de 5 x 0 para o Cruzeiro e ele disse que não tinha ido ao Mineirão porque seu filho tinha saído com seu carro.

Dessa vez, ele precisava falar pra um povo que acabou de sofrer com um tsuname , um terremoto e um vulcão ao mesmo tempo. Mais uma vez, o mundo do atleticano desabou mas desta vez acabou mesmo, “de com força”.

Mas eis que o grande palhaço, o grande artista Alexandre Kalil entrou em cena e… conseguiu fazer os olhos de muitos atleticanos brilharem de novo. Assim…como num passe de mágica.

Como se, mesmo antes do jogo, ele já era considerado o principal responsável pela tal entrega do jogo ao Cruzeiro? Não era ele que tinha almoçado com o Zezé Perrela e com o Ricardo Guimarães para vender o jogo? Depois do 6 x 1, então… tudo indicava que teria o mesmo destino do Muammar Kadhafi.

Mas… que fascinante! Que mágica! Que sedução! Que inteligência! Que sagacidade! Que encanto!

Em pouquissimo tempo, após 1/2 dúzia de palavras, Kalil já havia conseguido deixar de ser réu para se transformar na grande vítima. Ele passou mel na ponta da língua e voou em cada boca atleticana para compartilhar seu doce.

Relembre com que palavras – astutas, mágicas, sedutoras, encantadas – ele conseguiu fazer muitos atleticanos desistirem da idéia de suicídio ou, para os mais moderados, da promessa de nunca mais torcer para “essa merda”, “essa porcaria”, “essa desgraça”:

“A torcida do Atlético não merece a vergonha que passou hoje. Eu cansei de prometer, de fazer. Eu tinha prometido um bicho de um milhão de reais, que está sendo cancelado. Eu dei o bicho e acabo de tomar”.

“O bicho foi dado só que não foi dada a data. Então, ele pode ser entregue uma hora que a torcida faça um clamor pra pagar o bicho que eles mereçam ou pode ser em 2052″.

“E se alguém achar… se algum jogador do Atlético achar que merece um prêmio, vá na imprensa, põe a cara e fala assim: ‘eu mereço o prêmio’ e vem cá no caixa e busca. Entendeu?”

“Dá a impressão, e até eu acho, que houve um acerto para entregar o jogo para o Cruzeiro, tamanha desmobilização e descompromisso. Eu me reuni com os jogadores e disse a eles que era o jogo mais importante da história do clube. Eu sou o mais envergonhado, não vou sair para a rua, pois tenho vergonha na cara”,

“Uma tragédia que, definitivamente, eu não aceito. Pisar na nossa alma não vão mais. Na minha gestão, não. Isso não é perder um jogo, isso é pisar na alma do atleticano”.

“O que fizeram ontem em campo não foi perder o jogo, foi pisar no nosso coração. É isso que eu não aceito. ‘Ah perdeu pro Cruzeiro, ganhou do Cruzeiro…’ isso é a coisa mais normal do mundo. Mas pisar no nosso coração, na nossa alma, isso eu não aceito e não vai acontecer mais. Então, pisou de lá, toma pisada de cá”.

Todos – atleticanos, imprensa, patrocinadores e, inclusive, cruzeirenses – precisam de um maestro como ele. Afinal, ninguém quer ver o circo arriar a lona.

5 de dez. de 2011

Cruzeiro 6 x 1 Atlético-MG.

Felicidade!

Vergonha!

Honra.

Lisura.

Honestidade?

Tristeza!

Grito!

Silêncio.

Lágrimas…

Vingança.

Vida!

Pra quê?

Morte!

Por quê?

Nunca mais!

Para sempre!

Esperança!

Em quê?