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29 de nov. de 2011

Iranianos atacam instalações diplomáticas britânicas em Teerã. Capítulo 38 do livro de Ezequiel, sempressa.

Manifestantes atacam representações britânicas no Irã

Reuters

Manifestantes iranianos atacaram na terça-feira duas instalações diplomáticas da Grã-Bretanha em Teerã, num protesto contra novas sanções impostas por Londres ao programa nuclear da República Islâmica.

Os manifestantes quebraram vidraças, atiraram bombas caseiras e queimaram a bandeira britânica durante o protesto, que parece ser parte de uma disputa política interna no regime iraniano – o Parlamento, dominado por conservadores, vem tentando obrigar o presidente Mahmoud Ahmadinejad a expulsar o embaixador britânico.

Na semana passada, vários governos ocidentais – inclusive a Grã-Bretanha – impuseram novas sanções ao Irã por causa de um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU) que corrobora as suspeitas dos EUA e de seus aliados de que Teerã estaria desenvolvendo secretamente uma arma nuclear.

O Irã nega, dizendo que suas atividades estão voltadas apenas para a geração de energia com fins civis.


Centenas de pessoas se reuniram diante da embaixada britânica, no centro de Teerã, para protestar contra as sanções. Algumas dezenas de manifestantes pularam a cerca, quebraram o cadeado e entraram no edifício.

Eles arrancaram a bandeira britânica e a queimaram, colocando a bandeira iraniana no lugar, conforme fotos e relatos na imprensa local. Dentro da embaixada, eles quebraram janelas da ala funcional e da ala residencial, e incendiaram um carro.

A TV estatal mostrou um manifestante arrancando um retrato emoldurado da rainha Elizabeth. Outros apareceram em fotos da agência Fars saindo pelo portão com adornos do brasão real.


“Responsabilizamos o governo iraniano por seu fracasso em tomar as medidas adequadas para proteger nossa embaixada, conforme se exige”, disse Hague em nota. “Claramente haverá outras sérias consequências.”

Os Estados Unidos condenaram “nos mais duros termos” a invasão da embaixada e aconselharam o Irã a processar os responsáveis. A União Europeia e vários dos seus países membros também condenaram o ataque.

Uma fonte oficial negou que o governo iraniano tenha organizado o incidente.

Intrigante como os fatos se sucedem como peças que  vão se encaixando num grande quebra-cabeça. O Irã está cada vez mais seguro do poderio bélico da Rússia e assim, cada vez menos discreto, vai cumprindo seu papel nessa brincadeira dos “anjos da guerra”.

A pergunta que ninguém responde é “quando?” e, provavelmente, vai demorar  mais do que muitos protagonistas desejam. Afinal, em 2018 teremos Copa do Mundo na Rússia. Mas o desenho está pronto e até nítido. Quem não entendeu, dê uma lida no capítulo 38 do livro de Ezequiel.

25 de out. de 2011

Violência e Corrupção. Sem temor a Deus, vergonha da opinião alheia e medo da Justiça.


Sem mais delongas. Não é preciso uma introdução para justificar esse post. Afinal, por quê tanta violência, por quê tanta corrupção? E soluções? Existem? Quais?

TEMOR A DEUS

Até mesmo ateus menos inseguros admitem o “lado bom” da fé no Sobrenatural. Quem crê em Deus  tende a, pelo menos, lutar contra seus instintos para cumprir os Mandamentos
 
_ Amar o próximo como a ti mesmo

_Não matar

_Não furtar

Afinal, para os que não cumprem esses Mandamentos sobrevem castigos, podendo culminar com O Castigo Eterno que é a condenação ao Inferno.

Mas por vários motivos, mesmo entre os que nunca ouviram Nietszche anunciar que “Deus está morto”, o temor aos castigos de Deus não é um sentimento identificado em nenhuma estatística de pesquisas de comportamento.

Sem esse domador de instintos, essa referência moral o que nos resta?

VERGONHA DA OPINIÃO ALHEIA

Também na nossa sociedade, mesmo entre quem nunca ouviu falar no grego aidos ou algum similar japonês, já foi mais comum pessoas pautarem suas ações baseado no julgamento de outras pessoas. Ser descoberto ladrão, corrupto, assassino, “safado”, “sem vergonha” matava gente de vergonha. O sujeito tinha vergonha não só por ele mas também pela família.

Isso,também, por vários motivos, mudou muito. Hoje o que não falta é quem sinta orgulho de ser ladrão, corrupto, assassino, “safado”,”sem vergonha”. Nem esperam serem descobertos. Fazem questão de mostrar o que são. Pra muitos é questão de status social, sinal de coragem, esperteza, de poder.

Sem esse domador de instintos, essa referência moral o que nos resta?
 
MEDO DA JUSTIÇA

 Ok! Não têm medo de Deus nem vergonha da opinião alheia. Assim, o que fazer se Homo homini lupus? Ah, o sistema, o Estado, o Direito, as leis, a Justiça.

Mas também isso não tem funcionado. Cada vez mais, ações são motivadas pela falta de receio das conseqüências previstas nos conjuntos de normas jurídicas.

Sem esse domador de instinto, essa referência para o bem estar social o que nos resta?