27 de ago. de 2015

Fernando Collor continua corajoso.



A coragem não é, necessariamente, uma virtude. Todos os dias, no mundo todo, corajosos amanhecem com a boca cheia de formiga sem qualquer vestígio de heroísmo. E pior: há corajoso que como presidente de um país corrupto como o Brasil, consegue a proeza de sofrer impeachment  acusado de corrupção.
Sim! Collor continuará na história do Brasil como único presidente a sofrer impeachment por ser corajoso e por isso, mesmo, dificilmente perderá o posto de presidente mais burro da história do país.
A mulher sapiens, Dilma Rousseff, pode saldar a mandioca como descoberta do Brasil, pode dobrar a meta que não existe e fingir piripaque em rede nacional de televisão por não conseguir pensar, pode não ter habilidade para articulações políticas mas não toma este posto do alagoano.

Primeiro presidente eleito pelo voto direto após o Regime Militar, o, então, quarentão, bonitão, maridão, atlético, saudável e moderno Fernando Collor de Mello tinha a aprovação e a boa vontade de meio mundo e do destino. Mas sua coragem o colocou contra tudo e contra todos (contra o Congresso, contra a imprensa, contra ricos e contra pobres) e na história como o presidente mais burro do Brasil.

Nem uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini a disposição na mansão da Casa da Dinda é suficiente para amenizar o incômodo do espinho no orgulho pela certeza da burrice, agravada pelos anos de corrupção nos governos Lula e Dilma. (Collor torce ou não para ter Dilma como companhia na história dos impeachmentizados?).

Mas já se passaram 23 anos e Collor não se suicidou. Durante 8 anos, enquanto esteve impedido de se candidatar, ele até despistou a loucura alimentando a ilusão de um retorno espetacular. Arriscou em 2002, sendo derrotado no 1º turno na Eleição para o governo de Alagoas. Quatro anos depois deu o troco em Ronaldo Lessa sendo aprovado pelos alagoanos para o Senado Federal. 

Em 2010 voltou a se candidatar ao governo de Alagoas, daquela vez com apoio do Lula e da Dilma. “É Lula apoiando Dilma, é Dilma apoiando Collor” foi o jingle que marcou o pacto dos antigos desafetos. Collor perdeu a Eleição mas ganhou  Lula e Dilma como aliados. Em 2014 ele contrariou seu partido e apoiou a candidatura de Dilma por contra própria.

E que golpe!!! O Janot não considerou seu histórico de relação com a fragilizada presidenta e, entre tantos outros nomes, o denunciou ao STF.  

Tudo volta à tona! A vitória em 1989, o impeachment em 1992, o exílio, a volta, a aliança com os antigos adversários, a fidelidade à presidenta...e de repente...exposto e sem poder desconsiderar a possibilidade de viver os próximos anos na cadeia.

Restou a ele sua velha coragem. Por isso chama o Procurador Geral da República de filho-da-puta e o encara com os olhos esbugalhados e o topete alto, como se não temesse as consequências. 

Mais uma vez Collor está sozinho...tendo só sua coragem por companhia.  

26 de ago. de 2014

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (6).

Intolerável, também, é a reportagem publicada ontem no Fantástico da TV GLOBO intitulada "Estado Islâmico: conheça o grupo radical que espalha terror pela Síria e Iraque".

Como já escrevi em postagens anteriores, só é possível ignorar a condição de intolerante e intolerável dessa falsa religião inventada por um charlatão por,
  • IGNORÂNCIA (não conhece a história do Islã),
  • MÁ-FÉ (conhece o Islã e trabalha por seus objetivos),
  • BURRICE (caso do tipíco esquerdista engajado na destituição dos valores judaico-cristãos na sociedade ocidental e tem o islã como um tipo de aliado ideológico),
  • BLASFÊMIA ou APOSTASIA (mulçumanos que desrespeitam a vontade de Maomé e de Alá defendendo que a guerra santa é espiritual e/ou psicológica; não é preciso matar ninguém).

Ainda não estou certo se, nesse caso, na Globo o problema é de ignorância, má-fé ou burrice. Pra quem não viu ou não se deu conta e tem interesse, segue, abaixo, o link do vídeo. Expuseram todo o lixo que é o Islã, muitíssimo bem representado pelos seus assassinos que atuam no Iraque e na Síria mas no final deram espaço à confusão, à ignorância, à má-fé e à burrice.

O mundo precisa aprender que o Islã não tem "lado bom" nem "tolerante" e nem é "mal interpretado" quando espalha o terror. Infelizmente, a reportagem do Fantástico não ajudou em nada.

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (5).


Como já vimos anteriormente, o charlatão Maomé mudou radicalmente o humor depois de ser envergonhado pelos judeus por não conseguir provar ou sequer dar sinais, evidências de que era o "último profeta". De bajulador a assassino de judeus, e de todo não-crente no Islã, Maomé deu logo um jeitinho de receber novas revelações para justificar suas...digamos...contradições filosóficas.

NASIKH. Este é o nome que se dá ao princípio adotado pelo charlatão para justificar sua mudança de humor. É um termo árabe que significa "progressão". Ou seja, a religião da intolerância aceita suas várias contradições porque Alá, através do anjo Gabriel, teria feito as revelações a Maomé progressivamente. Assim, as revelações mais recentes têm mais valor, maior peso, se sobrepõe às anteriores.

As justificativas foram descritas no Alcorão:
  • Sura 2.106: "Os ayat [versículos] que ab-rogamos ou desprezamos neste Livro nós o substituímos por outros iguais ou melhores. Não sabeis que Deus tem poder sobre tudo?"
  • Sura 16.101: "Quando substituímos um ayat [versículo] por outro - e Alá bem sabe o que nos envia - dizem [os zombadores]: 'Não passa de blasfemador' [Maomé]. A maioria deles são ignorantes".

Alguns exemplares do Alcorão trazem um guia que mostra se determinada sura é de Meca (dos tempos em que Maomé sonhava em conquistar a simpatia dos judeus) ou de Medina (após o charlatão ser desmascarado e se tornar um radical assassino).

Hoje, não tem porquê se deixar enganar: MATAR OU CONVERTER À FORÇA É A ESSÊNCIA DO ISLAM. Como já dizemos, só é possível tolerar o islâ por ou por ignorância ou má-fé ou burrice ou blasfêmia ou apostasia.

20 de ago. de 2014

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (4).

Você sabe por que o Islã parece tão contraditório, por que pode enganar mal informados e ser usado por mal intencionados e ser “vendido” no Ocidente como uma religião pacífica? Por causa da VERGONHA, do VEXAME que os judeus impuseram ao CHARLATÃO MAOMÉ.

Resumo da história: Mais que um convívio pacífico, Maomé tinha verdadeira admiração pelos bem sucedidos comerciantes judeus residentes na cidade de Meca, Arábia Saudita. Quando dizia receber suas primeiras revelações, por volta do ano 610, Maomé tecia loas, não economizava elogios, puxava o saco, mesmo, especialmente dos judeus e, também, dos cristãos. Exemplos disso no Alcorão:
  • Sura 2.47 (Maomé reconhece os judeus como único povo escolhido por Alá).
  • Sura 28.4-6 (Maomé reconhece a proteção de Alá para com os judeus).
  • Sura 5.20 (Maomé diz que Alá escolheu todos os seus profetas entre os judeus).

Quando Maomé se autoproclamou “o último profeta”, os judeus não o ignoraram. Pelo contrário, ouviram o que tinha a dizer mas, conforme seus critérios, exigiram dele sinais, provas. Charlatão, MAOMÉ NÃO CONSEGUIU REALIZAR NEM UM MILAGRE; nem um sinal, nem uma prova de sabedoria divina. Mais do que ignorado, Maomé passou a ser desdenhado não só pelos judeus.

Esse VEXAME PÚBLICO DESPERTOU O ÓDIO EM MAOMÉ que passou a receber novas revelações de Alá; agora exigindo o extermínio dos judeus e todos não-crentes na dupla Maomé-Alá. (O Alcorão justifica essa mudança de perspectiva. No próximo post.).

12 de ago. de 2014

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (3).

Os judeus foram "eleitos" por Maomé os maiores inimigos da causa de seu alterego, Alá. Isso aconteceu porque os judeus zombaram muito da cara de Maomé, quando ele autoproclamou-se profeta mas não conseguiu realizar nenhum sinal, nenhum milagre exigido pelos judeus (também à Jesus). 

Mas os judeus não devem ser as únicas vítimas das espadas, dos revólveres, das bombas dos mulçumanos. O Alcorão em sua sura (capítulo) 9, ayat (versículo) 5 deixa claro, "MATAI OS IDÓLATRAS ONDE QUER QUE OS ENCONTREIS E CAPTURAI-OS E CERCAI-OS E USAI DE EMBOSCADAS CONTRA ELES". 

Para Maomé e seu alterego, Ala, idólatras são todos os que não creem em sua versão religiosa. No vídeo abaixo, o desespero dos Yazidi, membros de uma religião politeísta que já teve mais de 500 pessoas assassinadas durante as ofensivas dos assassinos mulçumanos (que redundância!) nas cidades iraquianas, especialmente, Sinjar e Mosul. Os que ainda não foram mortos, estão isolados em montanhas ou buscando refúgios no país vizinho Curdistão. 

11 de ago. de 2014

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (2).

Quer compreender o Islã em menos de 5 minutos? Assista a este vídeo! Esses assassinos são os verdadeiros, os genuínos islâmicos, os que, realmente, fazem a vontade do carniceiro Maomé e seu alterego, Alá. Mas vale lembrar, claro que é possível ter boas considerações, apregoar respeito e tolerância à essa pseudoreligião, desde que por

IGNORÂNCIA (não conhece a história do Islã)
MÁ-FÉ (conhece o Islã e trabalha por seus objetivos)
BURRICE (caso do tipíco esquerdista engajado na destituição dos valores judaico-cristãos na sociedade ocidental e tem o islã como um tipo de aliado ideológico)
BLASFÊMIA ou APOSTASIA (mulçumanos que desrespeitam a vontade de Maomé e de Alá defendendo que a guerra santa é espiritual e/ou psicológica; não é preciso matar ninguém.)

9 de ago. de 2014

O ISLÃ É INTOLERANTE E INTOLERÁVEL (1).


Poucas histórias são tão abomináveis quanto a história do islã e de seu inventor, Maomé. Mas é possível ter boas considerações, apregoar respeito e tolerância à essa pseudoreligião, desde que por
  • IGNORÂNCIA (não conhece a história do Islã)
  • MÁ-FÉ (conhece o Islã e trabalha por seus objetivos)
  • BURRICE (caso do tipíco esquerdista engajado na destituição dos valores judaico-cristãos na sociedade ocidental e tem o islã como um tipo de aliado ideológico)
  • BLASFÊMIA ou APOSTASIA (mulçumanos que desrespeitam a vontade de Maomé e de Alá defendendo que a guerra santa é espiritual e/ou psicológica; não é preciso matar ninguém.)

Pra nossa sorte A MAIORIA DOS MAIS DE 1,7 BILHÃO DE MULÇUMANOS NÃO OBEDECE À MAOMÉ e não se engaja na jihad, não saem por aí matando ou convertendo à força os que não creem neles. Pra azar da verdade e da nossa saúde intelectual, o Ocidente está cheio de “tolerantes” apregoando respeito à essa ideologia assassina mascarada de religião. Oremos, também, pelo Iraque!!!

24 de set. de 2013

Ainda sobre a coragem, o otimismo e a honestidade intelectual do ministro Celso de Mello.

Só agora pude assistir à performance do ministro Celso de Mello na histórica sessão do STF da última quarta-feira. Como evento histórico, nunca é passado demais para considerações. "Histórica", fundamentalmente, porque estava cercada de expectativa pela possibilidade de marcar uma mudança no rumo da história do modus operandi da Justiça brasileira, caracterizada por excessos de recursos e demora no encerramento dos processos.

Celso de Mello não surpreendeu, não decepcionou. Votou a favor dos interesses dos mensaleiros. Ao fim do vídeo quase caí na tentação de me dar por satisfeito por acreditar na sua honestidade intelectual, por considerar bem mais que razoável sua retórica e por admirar seu vasto saber jurídico. Mello, mais uma vez, provou ser daqueles virtuosos para quem sempre vale o princípio " discordo do que dizes mas defenderei até a morte o teu direito de o dizeres".

No caso específico da quarta-feira, discordei, considerei exagerado, desnecessário, destemperado, até, o tom que utilizou, em suas premissas, para reafirmar a independência, a autonomia do judiciário em relação às pressões da "opinião pública". Se achou que não poderia evitar tais considerações, deveria fazê-las, também, em relação às pressões dos detentores de poder financeiro e político; minorias, sim, mas não menos relevantes que as da maioria.

Faltou esse fator de equilíbrio na argumentação do virtuoso ministro. Mas não faltou, claro, embasamento jurídico, e, melhor, como eu já disse, honestidade intelectual. Honestidade que não interessa nenhum pouco aos vigaristas intelectuais, fantasistas da linguagem que defendem seus mensaleiros por mera, rasteira afinidade política, ideológica e estariam demonizando o ministro se ele tivesse contrariado o interesse da corja, mesmo com outro embasamento jurídico e a mesma honestidade intelectual.

Os métodos de interpretação da norma amparados na jurisprudência dos valores considerados por Celso de Mello, mantém a Justiça brasileira num rumo histórico adequado aos princípios, aos fundamentos da construção de um "mundo ideal" que as pessoas de bem acreditam ser possível. No nosso caso, nosso problema não é, de jeito nenhum, o cabimento dos embargos infringentes, esse direito garantido aos mensaleiros. Nosso problema é a falta de honestidade intelectual, é o que podem fazer desse nosso gosto, desse nosso apreço pelo excesso de liberalismo. Nosso problema é imprevisibilidade da Lei das consequências não intencionais.

Mas é preciso louvar a coragem e o otimismo do virtuoso Celso de Mello que defendeu o direito dos mensaleiros mesmo após essa sua consideração aos seus feitos:

"Em mais de 44 anos de atuação na área jurídica nunca presenciei caso em que o delito de quadrilha se apresentasse, a meu juízo, tão nitidamente caracterizado em todos os seus elementos constitutivos...Tenho por inteiramente comprovada a acusação penal fundada na imputação aos réus do crime de quadrilha por entender configurados todos os elementos e requisitos que lhe compõem a estrutura típica.

Formou-se, senhor presidente, na cúpula do poder, à margem da lei e do direito e ao arrepio dos bons costumes administrativos um estranho e pernicioso sodalício constituído de altos dirigentes governamentais e partidários unidos por um comum desígnio, por um vínculo associativo estável que buscava conferir operacionalidade, exiquibilidade e eficácia ao objetivo espúrio por eles estabelecidos: cometer crimes, qualquer crime, agindo nos subterrâneos do poder como conspiradores à sombra do Estado para, assim procedendo, vulnerar, transgredir, lesionar a paz pública que representa em sua dimensão concreta, enquanto expressão da tranquilidade da ordem e da segurança geral e coletiva o bem jurídico posto sob a égide e a proteção das leis e da autoridade do Estado. A isso, sr. presidente, a essa sociedade de delinquentes, a essa societas delinquencium, o direito penal brasileiro dá um nome: o de QUADRILHA ou BANDO."

30 de ago. de 2013

Vaia aos médicos cubanos. Fidel Castro não é negro. Dilma Rousseff não é negra. Alexandre Padilha não é negro.

É, realmente, comovente  de "arrupeiá" a alma, de fazer cócegas no orgulho da gente perceber o quanto nossa sociedade abomina o racismo. Mas digno de respeito, mesmo, é a eficiência dos exploradores desses "espíritos elevados", os tratando como meros idiotas úteis em prol de suas causas. É uma espécie de banalização do bem.

Vejam o caso da vaia aos médicos cubanos; negros, pra sorte dos exploradores de anti-racistas. Ali, os médicos brasileiros vaiaram tudo, menos a cor da pelo dos mãos-de-obra do comunismo. Em cada "uuuuuuuhhh!" podia ser ouvido o nome do Fidel Castro, da Dilma Rousseff, do Alexandre Padilha, de cada Zé-camisa e Maria-camisa do Che Guevara, pra cada vândalo-todynho,GAP da USP, pra histérica Marilena Chauí, pro Lula, pro Foro de São Paulo, pro Lewandowski, pra GloboNews e pro Thales Guaracy, novo diretor da Playboy que misturou a cabeluda da Nanda Costa com as barbas de Fidel e Che. Teve vaia até pro cadáver do Hugo Chávez que tinha tanta fé na medicina cubana. Só não teve vaia pra cor da pele dos cubanos.

Mas os exploradores de idiotas úteis, os banalizadores do bem, mais uma vez, não perderam a oportunidade pra mudar o foco da discussão em torno da vinda dos mãos-de-obra comunista para o Brasil. Nesta semana, o 1º lugar no trending topic do Facebook foi a imagem do médico cubano - negro, pra sorte dos exploradores - atrelada a uma "leitura de contexto" vagabunda e oportunista.

O que, realmente, é de interesse de todos e estava em discussão era a necessidade do recrutamento e a forma de exploração dos mãos-de-obra cubanos, era o financiamento do regime de Fidel pelo governo brasileiro, era o que fez o PT nos últimos 10 anos pela Saúde no Brasil, era sobre a infraestrutura dos hospitais públicos e postos de saúde, sobre as condições de trabalho dos nossos médicos.

Já não é mais. Agora interessa saber se você é racista ou não. Por qualquer tentativa de argumentação, você será acusado de racista pelos  banalizadores do bem e pelos idiotas úteis, cheios de boas intençoes e envergonhados com "a imagem que envergonha o país".

28 de ago. de 2013

Obama: Do not forget! I'm black.

50 anos após o marcante "I have a dream" de Martin Luter King, Barack Obama já provou aos  frustrados racistas do mundo inteiro que o negro pode ser  tão  falso-bom-mocinho quanto o branco, tão cínico quanto o branco, tão canalha quanto o branco e, no caso do negro americano,tão anti-americano quanto o branco.

Obama era uma "litle children" de 2 anos de idade, quando Martin sonhava: "I have a dream! That my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character".

40 anos após o assassinato de Martin, Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos. Não pela cor de sua pele. Nem pelo seu caráter. Muito pelo seu anti-americanismo. Principalmente pelo seu cinismo dissimulado em sua fascinante retórica de líder de grêmio estudantil.

Nas manchetes dos jornais do mundo inteiro, no dia seguinte da eleição, Obama entrou para a história como "O primeiro presidente negro dos Estados Unidos". Com um charme a mais: "40 anos após o assassinato de Martin Luther King".

Hoje, às vésperas de mais uma missão anti-americana no Oriente Médio, Obama dará mais um showzinho de oratória nas escadas do Lincoln Memorial, local do marcante "I have a dream" do Martin. Fará seu articulado jogo de palavras pra lembrar aos americanos e ao mundo que é negro e pedir que não o julguem por seu caráter mas, pela cor de sua pele.

25 de mai. de 2013

A árdua missão de Pep Guardiola: não atrapalhar.


Enquanto as pessoas especulavam se Mario Göetze iria comomerar ou não gols e o possível título do Borussia, eu imaginava o que se passava pela cabeça do Pep Guardiola. O que é melhor para um treinador: assumir um clube sedento por títulos ou um clube que acabou de conquistar tudo? Aposto que Guardiola conviveu com esse dilema nos últimos dias. E aposto mais: conviverá com essa pressão nos próximos meses.

O Bayern do aposentado Jupp Heynckes conquistou tudo que importa na temporada 2012/2013. E conquistou sem nenhuma dependência do acaso; conquistou com méritos, fazendo História, com elementos de revolução, com perspectivas de uma "nova era", sendo muito superior a seus adversários, massacrando o conceito, a filosofia Barcelona.

Ao assumir esse Bayern, Guardiola terá sua inteligência, seu bom senso e seu ego postos à prova. É um ótimo desafio, de altíssimo nível em todos os aspectos; o que todo homem acima da média gostaria de ter.

O responsável pelo revolucionário Barcelona, tem seus princípios, seus valores, seu jeito de ver e fazer futebol e terá direito, moral e autonomia para implementar sua filosofia no Bayern campeão de tudo.

Nem tudo é tão bom que não possa ser melhorado. Isso vale para o Bayern e para o Guardiola. Se não atrapalhar, se não criar conflitos por falta de bom senso, se não querer mexer demais no que está dando certo por mera ideologia, o reverenciado treinador já estará dando provas de que é, realmente, um cara acima da média.

11 de mar. de 2013

A Fome do Nordeste não existe mais.

Deu no UOL: "Moradores do Piauí comem rato-rabudo para matar fome na seca"

A Fome do Nordeste não existe mais. Até Dom Hélder Câmara negaria esse fenômeno.

A Fome do Nordeste foi um movimento, um tipo de modismo, criado pelo arcebispo Dom Hélder Câmara, na década de 60, logo após o Concílio Vaticano II. (No Brasil, o Concílio Vaticano II foi aproveitado por parte da Igreja para instituir o padre sem cristianismo, o pade ativista, o padre de passeata, o padre religioso de seita marxista).

A Fome do Nordeste fez tanto sucesso que, além de ajudar a promover Dom Hélder a 4 indicações ao Prêmio Nobel da Paz, tornou-se o termo mais utilizado por todos os brasileiros para retratar os problemas sociais do país durante 40 anos. Da década de 60 até o inínio do século XXI, todo brasileiro conhecia e falava sobre a Fome do Nordeste, todo jornal e revista dava manchetes para a Fome do Nordeste, todo telejornal invadia as salas nas horas de descanso do trabalhador brasileiro para mostrar as imagens da Fome do Nordeste.

A Fome do Nordeste só deixou de existir a partir de 2002 com a chegada do PT a presidência da república. Desde então, a Igreja do Santo Marx no Brasil deixou de promover a Fome do Nordeste, a imprensa não noticia mais a Fome do Nordeste, o brasileiro não discute e não lamenta mais a Fome do Nordeste.

A Fome do Nordeste não existe mais. Nordestinos passando fome, sim. Mas só em alguns momentos de descuido notícia como essa é publicada. Afinal, os problemas sociais no Brasil acabaram por decreto do departamento de marketing do governo petista.

7 de mar. de 2013

A Conmebol, o Corinthians e a sede dos camelos justiceiros.

"CONMEBOL LIBERA TORCIDA DO CORINTHIANS PARA JOGOS EM CASA".
 
Justo! A Conmebol não tem obrigação de matar a sede (de justiça) do camelo brasileiro.

Correta a decisão da Conmebol, mesmo que pra retificar uma decisão sua precipitada, tomada com pouca ou nenhuma reflexão, pra atender os anseios dos sedentos camelos justiceiros. Afinal, por que punir o Corinthians que não era o mandante da partida, que, por isso, não tinha a responsabilidade da segurança do evento e não tem nenhuma responsabilidade legal com as atitudes de seus torcedores? Por que, punir o Corinthians e não o San Jose, o clube mandante e, portanto, responsável pela segurança no estádio? E por que punir quem não vendeu, não comprou, não transportou, não atirou e nem mesmo sabia do artefato que matou o adolescente boliviano?

"Aaaah...mas alguém tem que ser punido." "Aaaah...mas é preciso ter uma punição pra servir de exemplo." É muito camelo com sede pro meu gosto. Brasileiro convive com essa sensação de impunidade, de injustiça e quer usar qualquer oportunidade pra matar sua sede, sem qualquer reflexão que vai além do senso comum, do imediatismo e do senso de justiceiro. O San Jose, a polícia bolivina e a própria Conmebol têm muito mais responsabilidades pela morte do garoto do que o Corinthians e a esmagadora maioria de seus torcedores.

Outro sintoma da sede, é a demonstração de incapacidade pra assimilar uma tragédia como essa, como eu percebi de 2 ou 3 sociologos que eu li no Blog do Juca e no Estadão defendendo, inclusive, a paralização da Libertadores para que a sociedade aproveite a oportunidade para refletir sobre a "situação". Aaah...para! Cada um que conviva com sua incapacidade, com sua precariedade psiquica para assimilar esses fatos. Mas sugerir que o mundo pare pra que a gente re-aprenda a valorizar a vida humana, como os que eu li sugeriram, é vertigem.

Quando a gente diz "a vida segue", não deve ser dito nem interpretado como que por falta de coisa melhor pra se dizer. A vida segue e os camelos precisam aprender a passar por esse tipo de deserto e esperar hora e jeito certos de matar a sede.

6 de mar. de 2013

Política é coisa de gay?

Claro que sim. É coisa de gay, de negro, de mulher, de branco, de índio, de rico, de pobre, de professor, de policial, de empresário, de empregado, de cristão, de macumbeiro, de ateu, de criança, de adolescente, de idoso...e até de animal.

Mas nos últimos anos ninguém tem sido mais ativo que os gays. O último exemplo é a gritaria contra a indicação do pastor evangélico, deputado feredal Marco Feliciano para a presidência da CNDHC (Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania) da Câmara, especialmente por suas declarações contrárias ao homossexualismo.

As nomeações dos corruptos condenados José Genoino e João Paulo Cunha e de Paulo Maluf para a Comissão de Constituição e Justiça e do acusado e investigado Gabriel Chalita para a presidência da Comissão de Educação de Educação da Câmara não provocaram reações.

Pode-se concordar ou não com o homossexualismo, reclamar do radicalismo do ativismo gay e até classificar como "ditadura gay" - como também fez o próprio Marco Feliciano, hoje, em sua coluna na Folha - o exercício político de seus militantes. Mas é preciso fazer política. E política não é coisa só de gay.

5 de mar. de 2013

Hugo Chavéz morreu no mesmo dia de Stalin.

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Por falta de data melhor, Hugo Chavéz morreu no mesmo dia de Stálin. Che Guevara morreu em Outubro, Simon Bolívar só em Dezembro e Fidel ainda não escolheu a data. (Melhor sorte teve Tancredo Neves que <<morreram ele>> no mesmo dia de Tiradentes).

60 anos da morte do injustiçado Stálin.

Ele fez tudo pra ser reconhecido como o homem mais odiável, detestável, o maior genocida da história. Mas os contadores da história não foram tão generosos com ele como foram com seu coirmão Adolf Hitler. O azar de Stálin foi - e continua sendo - ter entre os contadores de história muitos simpatizantes do comunismo, o que levou e leva esses historiadores a ignorar sua coleção de cadáveres. Outro fator que não contribuiu para o sucesso de Stálin foi ter matado gente menos influente que os judeus. Qualquer analfabeto funcional sai da escola sabendo quem foi Hitler mas ignorando quem foi Stálin. Uma das maiores injustiças da história. Esse defunto merece um "Dia da Consciência Biográfica" dedicado a ele. 

Que o diabo o tenha!

24 de out. de 2012

Salve Jorge! E os evangélicos da ignorância, quem salvará?

"...QUEM NÃO TEM SENSO CRÍTICO PRA ASSISTIR UMA NOVELA SEM SE DEIXAR INFLUENCIAR PELO "MAU" NÃO DEVERIA NEM PODER IR AO BANHEIRO SOZINHO/A."

Sobre o NÃO a “SALVE JORGE!” aconselhado aos evangélicos pelos arqui-rivais S.MALAFAIA e E.MACEDO

Antes e acima do genuíno, nobre e perigoso exercício de suas missões (pastorear, orientar suas ovelhas) Malafaia e Macedo me parece estarem empenhados, mesmo, é em aproveitar a onda favorável para darem prosseguimento em seus projetos(não necessariamente pessoais) através do ativismo político-social. (Quando digo “onda favorável” me refiro, especialmente, à demonstração de capacidade de influência de Macedo e sua IURD no processo eleitoral em São Paulo, quando transformou o insignificante Russomano num grande fantasma e à já mais estabelecida capacidade de influência de Malafaia, também, no cenário político, desde a última eleição presidencial, reanimada agora nos embates sobre o "kit gay" com Fernando Haddad.)

Visibilidade! Uma campanha contra a nova novela “das 8” logo depois do grande sucesso “Avenida Brasil”. Se a dupla Malafaia e Macedo tivessem, realmente, interesse em “abrir os olhos” de suas ovelhas contra o que há de inconveniente ou ilícito (ver I Coríntios 6:12) nas novelas da Globo porque não fizeram e/ou não fazem em relação às outras? Ou não havia/há nas outras “riscos” para o desprovido de senso crítico evangélico que pretende e “deve” fugir da “aparência do mau”? Certo é que as maldades da Carminha e as 3 mulheres do Cadinho não provocaram nenhuma reação da dupla M&M.

Mas “SALVE JORGE!” não deve, não pode! Basicamente porque “esta – Salve Jorge! - é a forma de saudação a este orixá que também é conhecido como ogum no candomblé e na umbanda. Ou seja, toda vez que alguém pronunciar o nome dessa novela, estará saudando esse demônio”.

Bobagem! Nem todos que pronunciam os nomes “Jesus” e “Deus” os saúdam. Muitos, inclusive evangélicos, pronunciam Seus nomes em vão, como mero vício de linguagem.
Isso não significa que eu acho que todos os evangélicos podem assistir à novela. NÃO! EU ACHO QUE QUEM NÃO TEM SENSO CRÍTICO PRA ASSISTIR A UMA NOVELA SEM SE DEIXAR INFLUENCIAR PELO "MAU" NÃO DEVERIA NEM PODER IR AO BANHEIRO SOZINHO/A.

Sem querer, por enquanto, me estender mais, eu, evangelicamente, cristianamente e despretensiosamente ouso um conselho: NÃO ASSISTAM, MESMO, À NOVELA! Mas por 1001 outros motivos.

20 de jun. de 2012

Rio +20. Pelo fim da sustentabilidade.

O único resultado objetivo da Rio92 foi a escolha do termo que difundiria o conceito do novo mundo que se pretendia: SUSTENTABILIDADE (e seus derivados). Vinte anos depois, além da grana arrecadada por ongueiros e do encontro de "uma causa ...que justifique a vida" por parte dos novos ativistas, pouca coisa mudou. E esse "passo de formiga e sem vontade" se deve muito à esse termo.
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Sustentabilidade, em qualquer idioma (sustainability, sostenibilidad, sustenibilità e até com o biquinho de soutenabilité),é um termo ruim, uma imagem embassada, uma idéia sem brilho, um conceito que exige dicionário. As pessoas mais influentes do mundo pós-moderno, os publicitários (os bons e os medianos), e os curiosos em psicolinguística me entenderiam.
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Portanto, o maior desafio dessa Rio +20 deveria ser a escolha de um novo termo para propagar esse tal "novo mundo que queremos". Ninguém quer um mundo sustentável, uma economia sustentável, apesar de querer o que "sustentável" siginifica.
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Depois da elaboração daquele rascunho zero, onde evitaram, inclusive, definir o que é "economia verde", não vejo pauta mais útil para salvar do fiasco total essa protocolar Rio +20.

5 de jun. de 2012

Ronaldinho Gaúcho, Atlétco-MG e outras miudezas.


Alguns jogadores são maiores que os clubes pelos quais atuam. 

Ronaldinho Gaúcho e Atlético-MG será mais um caso dessa...digamos...ordem de grandeza.

Miudezas a parte...estou com mal pressentimento. 

Uma hora o Atlético-MG deixa de ser só piada.

Será que agora vai?